Segundo os estudos realizados as vítimas são alunos inteligentes e sensíveis,
que têm uma boa relação com os pais. Como não são provenientes de
famílias conflituosas, não sabem reagir quando são provocadas. Estes
jovens- vítima têm uma auto-estima baixa e acreditam nos insultos que lhes
são dirigidos.
São alvos fáceis porque levam a sério as injúrias do agressor.
As vítimas ficam fragilizadas e dificilmente conseguem estabelecer novas
relações de confiança.
As vítimas têm dificuldade em fazer amigos porque sofrem rejeição dos
pares.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Perfil dos Agressores
São geralmente jovens com problemas emocionais ou com problemas de
aprendizagem. Sentem-se impotentes para resolver os problemas do quotidiano.
O agressor está consciente dos seus actos: o objectivo é humilhar o
outro para sentir que tem controlo. São jovens que têm necessidade de
dominar e vencer, são pouco tolerantes à frustração, pouco persistentes,
sem perspectivas de futuro.
Segundo Boulton (1999) o provocador ou agressor é aquele que frequentemente
implica com os outros, ou que lhes bate ou que lhes faz outras coisas
desagradáveis sem uma boa razão. Em relação aos pares, os agressores
têm dificuldades em fazer amigos e têm poucos amigos. No que respeita
à escola, sentem-se infelizes. Envolvem-se mais em comportamentos de
risco para a saúde (tabaco, álcool e drogas).
De acordo com o mesmo autor, os agressores tendem a pertencer a famílias
que são caracterizadas como tendo pouco carinho/ afecto, com problemas
em partilhar os seus sentimentos e normalmente classificam-se como
sentindo que existe uma distância emocional entre os membros da família.
aprendizagem. Sentem-se impotentes para resolver os problemas do quotidiano.
O agressor está consciente dos seus actos: o objectivo é humilhar o
outro para sentir que tem controlo. São jovens que têm necessidade de
dominar e vencer, são pouco tolerantes à frustração, pouco persistentes,
sem perspectivas de futuro.
Segundo Boulton (1999) o provocador ou agressor é aquele que frequentemente
implica com os outros, ou que lhes bate ou que lhes faz outras coisas
desagradáveis sem uma boa razão. Em relação aos pares, os agressores
têm dificuldades em fazer amigos e têm poucos amigos. No que respeita
à escola, sentem-se infelizes. Envolvem-se mais em comportamentos de
risco para a saúde (tabaco, álcool e drogas).
De acordo com o mesmo autor, os agressores tendem a pertencer a famílias
que são caracterizadas como tendo pouco carinho/ afecto, com problemas
em partilhar os seus sentimentos e normalmente classificam-se como
sentindo que existe uma distância emocional entre os membros da família.
Prevalência do Bullying em Portugal
Num estudo realizado em Portugal por Susana Fonseca De Carvalho, Luísa Lima e
Margarida Gaspar De Matos (2002), o termo “bullying” foi operacionalizado da
seguinte forma: «uma acção de provocação quando um aluno (mais velho ou mais forte)
ou um grupo de alunos, dizem ou fazem coisas desagradáveis a outro ou gozam com ele
de uma forma que ele não gosta nada. Não é uma provocação quando dois alunos da
mesma idade ou tamanho se envolvem numa discussão ou briga. »
Neste estudo português 47.4% dos sujeitos afirmam já ter sido vítimas de bullying e 36.2% já terem provocado colegas mais novos ou mais fracos.
Podemos com este estudo constatar quais as características e quais as principais diferenças
entre os jovens portugueses com diferentes tipos de envolvimento em comportamentos
de Bullying na escola:
Os rapazes estão sempre mais envolvidos do que as raparigas em comportamentos de
bullying. Os mais novos e os que frequentam anos de escolaridade mais baixos estão
significativamente mais envolvidos em comportamentos de vitimização e em
comportamentos de duplo envolvimento (como vítimas e como provocadores).
Conclui-se que em Portugal os jovens que mais frequentemente referem não se envolver
em comportamentos de bullying são as raparigas, os mais velhos e os que frequentam um
nível de escolaridade mais elevado. Este grupo sem envolvimento no bullying ainda se
caracteriza por ser diferente do grupo dos provocadores ou do grupo das vítimas nos indicadores
relativos à violência fora da escola, à relação com os pais, à saúde mental
(sintomas de depressão e queixas físicas e psicológicas), à atitude face à escola, às
expectativas de futuro e ao nível sócio-económico.
Por seu lado, no grupo dos provocadores encontram-se com maior frequência os rapazes
e os mais velhos e no grupo das vítimas os mais novos de idade, os que têm uma menor
escolaridade e também os rapazes. Os indicadores que diferenciam estes dois grupos são
a violência fora da escola, a relação com os pares, os consumo de drogas, tabaco e álcool
e a atitude face à escola.
Ainda em relação a estes dois grupos – provocadores e vítimas, as causas encontradas
para os comportamentos de provocação foram: a violência fora da escola, as queixas
físicas e psicológicas, o consumo de tabaco e álcool, a atitude face à escola, o nível
sócio-económico, o sexo e a idade.
Margarida Gaspar De Matos (2002), o termo “bullying” foi operacionalizado da
seguinte forma: «uma acção de provocação quando um aluno (mais velho ou mais forte)
ou um grupo de alunos, dizem ou fazem coisas desagradáveis a outro ou gozam com ele
de uma forma que ele não gosta nada. Não é uma provocação quando dois alunos da
mesma idade ou tamanho se envolvem numa discussão ou briga. »
Neste estudo português 47.4% dos sujeitos afirmam já ter sido vítimas de bullying e 36.2% já terem provocado colegas mais novos ou mais fracos.
Podemos com este estudo constatar quais as características e quais as principais diferenças
entre os jovens portugueses com diferentes tipos de envolvimento em comportamentos
de Bullying na escola:
Os rapazes estão sempre mais envolvidos do que as raparigas em comportamentos de
bullying. Os mais novos e os que frequentam anos de escolaridade mais baixos estão
significativamente mais envolvidos em comportamentos de vitimização e em
comportamentos de duplo envolvimento (como vítimas e como provocadores).
Conclui-se que em Portugal os jovens que mais frequentemente referem não se envolver
em comportamentos de bullying são as raparigas, os mais velhos e os que frequentam um
nível de escolaridade mais elevado. Este grupo sem envolvimento no bullying ainda se
caracteriza por ser diferente do grupo dos provocadores ou do grupo das vítimas nos indicadores
relativos à violência fora da escola, à relação com os pais, à saúde mental
(sintomas de depressão e queixas físicas e psicológicas), à atitude face à escola, às
expectativas de futuro e ao nível sócio-económico.
Por seu lado, no grupo dos provocadores encontram-se com maior frequência os rapazes
e os mais velhos e no grupo das vítimas os mais novos de idade, os que têm uma menor
escolaridade e também os rapazes. Os indicadores que diferenciam estes dois grupos são
a violência fora da escola, a relação com os pares, os consumo de drogas, tabaco e álcool
e a atitude face à escola.
Ainda em relação a estes dois grupos – provocadores e vítimas, as causas encontradas
para os comportamentos de provocação foram: a violência fora da escola, as queixas
físicas e psicológicas, o consumo de tabaco e álcool, a atitude face à escola, o nível
sócio-económico, o sexo e a idade.
Comunicado Campanha "Stop Bullying"
A AMCV – Associação de Mulheres Contra a Violência – é uma organização não governamental que trabalha há mais de 15 anos na área na defesa dos direitos das mulheres, crianças e jovens.Actualmente está a lançar a campanha de prevenção e sensibilização “Stop Bullying”, contando com a colaboração de estações de televisão, rádios, jornais e revistas.
Os Direitos das Crianças e das/os Jovens, e a sua protecção, são hoje reconhecidos na lei, contudo continuamos a assistir a atropelos diários de direitos fundamentais. O bullying não é uma realidade nova, mas sim um fenómeno crescente na nossa sociedade, ao qual pais, professores e comunicação social têm vindo a dar maior atenção.
O bullying é uma forma de violência entre pares, que afecta particularmente as crianças e jovens. Ocorre frequentemente na escola, mas muitas vezes ocorre fora do recinto escolar, na rua, nos centros comerciais, nas piscinas, nos campos de férias, etc. Dar-lhe visibilidade contribui para retirar as vítimas do isolamento em que se encontram. A campanha “Stop Bullying” tem como objectivo consciencializar o público em geral para um problema que é vivido por um elevado número de crianças e jovens no nosso país. Visa em particular alertar pais e educadores para a necessidade de estarem atentos e falarem com as crianças e jovens sobre este tema, e as/os jovens para a necessidade de procurarem apoio caso se confrontem com uma situação de bullying.
A Associação de Mulheres Contra a Violência apela:
• aos pais e educadores para terem um papel activo na prevenção do bullying;
• às escolas a elaborarem políticas contra o bullying;
• ao Governo para promover estudos sobre este fenómeno que permitam conhecer a extensão do problema e facilitem a adopção de medidas preventivas.
Alguns Indicadores
Diante de casos ocorridos, à escola compete reunir todos os participantes e as
famílias. Os pais e os alunos têm que obrigatoriamente participar.
Como saber se o seu filho é vitima e Bullying:
*Observe qualquer mudança no comportamento;
*Estimule para que fale sobre o seu dia-a-dia na escola;
*Não culpe a criança pela vitimização sofrida;
*Transforme o seu lar num local de refúgio e segurança;
*Ajude a criança a expressar-se com segurança e confiança;
*Valorize os aspectos positivos da criança e converse sobre suas dificuldades
pessoais e escolares
Se os seus filhos sofrem de Bullying.
O que os pais devem fazer?
Incentivar o filho a falar, ir à escola e buscar uma solução que envolva toda a
comunidade escolar. É lógico que isso só será possível se a escola tiver como lema a
não aceitação do bullying, e bom lembrar que o bullying ocorre em todas as escolas.
Como saber se o seu filho pratica bullying:
*Apresenta distanciamento e falta de adaptação aos objectivos escolares;
*Volta da escola com ar de superioridade, exteriorizando ou tentando impor sua
autoridade sobre alguém;
*Apresenta aspectos e/ou atitudes irritadiças, mostrando-se intolerante frente a
qualquer situação ou aos diferentes aspectos das pessoas;
*Costuma resolver seus problemas, valendo-se da sua força física e/ou
psicológica;
*Apresenta atitude hostil, desafiante e agressiva com os irmãos e pais,
podendo chegar a ponto de ameaçá-los sem levar em conta a idade ou a
diferença de força física;
*Porta objectos ou dinheiro sem justificar sua origem;
*Apresenta habilidades em sair-se de “situações difíceis”.
O que fazer se o seu filho pratica bullying?
*Observe atentamente o comportamento e os sentimentos expressos pela
criança;
*Mantenha tranquilidade e calma. Converse, objectivando encontrar os motivos
que o levam a agir desta maneira;
*Reflicta sobre o modelo educativo que você está oferecendo ao seu filho.
*Evite bater ou aplicar castigos demasiadamente severos. Isso só poderá
promover raiva e ressentimentos. Procure profissionais que possam auxiliá-lo
a lidar com esse tipo de comportamento.
*Dê segurança e amor.
*Incentive a mudança de atitudes. Um bom começo é pedir desculpas e deixar
a vitima em paz.
*Não ignore o fato ou ache desculpas para as suas atitudes. Lembre-se que
com o tempo esse comportamento pode conduzir a uma vida conflituosa e
infeliz.
famílias. Os pais e os alunos têm que obrigatoriamente participar.
Como saber se o seu filho é vitima e Bullying:
*Observe qualquer mudança no comportamento;
*Estimule para que fale sobre o seu dia-a-dia na escola;
*Não culpe a criança pela vitimização sofrida;
*Transforme o seu lar num local de refúgio e segurança;
*Ajude a criança a expressar-se com segurança e confiança;
*Valorize os aspectos positivos da criança e converse sobre suas dificuldades
pessoais e escolares
Se os seus filhos sofrem de Bullying.
O que os pais devem fazer?
Incentivar o filho a falar, ir à escola e buscar uma solução que envolva toda a
comunidade escolar. É lógico que isso só será possível se a escola tiver como lema a
não aceitação do bullying, e bom lembrar que o bullying ocorre em todas as escolas.
Como saber se o seu filho pratica bullying:
*Apresenta distanciamento e falta de adaptação aos objectivos escolares;
*Volta da escola com ar de superioridade, exteriorizando ou tentando impor sua
autoridade sobre alguém;
*Apresenta aspectos e/ou atitudes irritadiças, mostrando-se intolerante frente a
qualquer situação ou aos diferentes aspectos das pessoas;
*Costuma resolver seus problemas, valendo-se da sua força física e/ou
psicológica;
*Apresenta atitude hostil, desafiante e agressiva com os irmãos e pais,
podendo chegar a ponto de ameaçá-los sem levar em conta a idade ou a
diferença de força física;
*Porta objectos ou dinheiro sem justificar sua origem;
*Apresenta habilidades em sair-se de “situações difíceis”.
O que fazer se o seu filho pratica bullying?
*Observe atentamente o comportamento e os sentimentos expressos pela
criança;
*Mantenha tranquilidade e calma. Converse, objectivando encontrar os motivos
que o levam a agir desta maneira;
*Reflicta sobre o modelo educativo que você está oferecendo ao seu filho.
*Evite bater ou aplicar castigos demasiadamente severos. Isso só poderá
promover raiva e ressentimentos. Procure profissionais que possam auxiliá-lo
a lidar com esse tipo de comportamento.
*Dê segurança e amor.
*Incentive a mudança de atitudes. Um bom começo é pedir desculpas e deixar
a vitima em paz.
*Não ignore o fato ou ache desculpas para as suas atitudes. Lembre-se que
com o tempo esse comportamento pode conduzir a uma vida conflituosa e
infeliz.
Estratégias Sugeridas Para Redução do Bullying nas Escolas
Não existem soluções simples para se combater o bullying. Trata-se de um
problema complexo e de causas múltiplas. Portanto, cada escola deve desenvolver
sua própria estratégia para reduzi-lo. A escola deve agir precocemente contra o
bullying. Quanto mais cedo o bullying cessar, melhor será o resultado para todos os
alunos.
Intervir imediatamente, tão logo seja identificada a existência de bullying na
escola e manter atenção permanente sobre isso é a estratégia ideal. A única maneira
de se combater o bullying é através da cooperação de todos os envolvidos:
professores, funcionários, alunos e pais.
Quais são as etapas a serem cumpridas para se implantar um programa anti-bullying?
Para evitar o Bullying, as escolas devem investir em prevenção e estimular a
discussão aberta com todos os atores da cena escolar, incluindo pais e alunos.
Para os professores, que tem um papel importante na prevenção, alguns conselhos de
especialistas:
• Observe com atenção os alunos, dentro e fora de classe de aula, e perceba
se há quedas bruscas individuais no rendimento escolar;
• Incentive a solidariedade, a generosidade e o respeito às diferenças através
de conversas, trabalhos didácticos e até de campanha de incentivo a paz e a
tolerância;
• Desenvolva desde de já dentro de sala de aula um ambiente favorável à
comunicação entre os alunos;
• Quando um estudante reclamar ou denunciar o bullying, procure
imediatamente a direcção da escola;
• Muitas vezes, a instituição trata de forma inadequada os casos relatados. A
responsabilidade é, sim, da escola, mas a solução deve ser em conjunto com
os pais dos alunos envolvidos.
problema complexo e de causas múltiplas. Portanto, cada escola deve desenvolver
sua própria estratégia para reduzi-lo. A escola deve agir precocemente contra o
bullying. Quanto mais cedo o bullying cessar, melhor será o resultado para todos os
alunos.
Intervir imediatamente, tão logo seja identificada a existência de bullying na
escola e manter atenção permanente sobre isso é a estratégia ideal. A única maneira
de se combater o bullying é através da cooperação de todos os envolvidos:
professores, funcionários, alunos e pais.
Quais são as etapas a serem cumpridas para se implantar um programa anti-bullying?
Para evitar o Bullying, as escolas devem investir em prevenção e estimular a
discussão aberta com todos os atores da cena escolar, incluindo pais e alunos.
Para os professores, que tem um papel importante na prevenção, alguns conselhos de
especialistas:
• Observe com atenção os alunos, dentro e fora de classe de aula, e perceba
se há quedas bruscas individuais no rendimento escolar;
• Incentive a solidariedade, a generosidade e o respeito às diferenças através
de conversas, trabalhos didácticos e até de campanha de incentivo a paz e a
tolerância;
• Desenvolva desde de já dentro de sala de aula um ambiente favorável à
comunicação entre os alunos;
• Quando um estudante reclamar ou denunciar o bullying, procure
imediatamente a direcção da escola;
• Muitas vezes, a instituição trata de forma inadequada os casos relatados. A
responsabilidade é, sim, da escola, mas a solução deve ser em conjunto com
os pais dos alunos envolvidos.
Um pequeno histórico do Bullying
O Bullying é um fenómeno mundial tão antigo quanto à escola. Porém, foi na
década de 1970, na Suécia, que surgiu um maior interesse da sociedade sobre este
problema, logo em seguida estendeu-se para vários países. Foi quando na Noruega,
doze anos mais tarde, em 1982 ocorreu o suicídio de três crianças entre 10 e 14
anos, motivadas pela situação de maus-tratos a que eram submetidos pelos seus
companheiros da escola, Este fato teve grande repercussão nos meias de
comunicação, mobilizando o governo Norueguês que fizera uma campanha nacional
contra o bullying no ano seguinte.década de 1970, na Suécia, que surgiu um maior interesse da sociedade sobre este
problema, logo em seguida estendeu-se para vários países. Foi quando na Noruega,
doze anos mais tarde, em 1982 ocorreu o suicídio de três crianças entre 10 e 14
anos, motivadas pela situação de maus-tratos a que eram submetidos pelos seus
companheiros da escola, Este fato teve grande repercussão nos meias de
comunicação, mobilizando o governo Norueguês que fizera uma campanha nacional
Nos Estados Unidos o tema é de grande interesse, pois o fenómeno cresce,
ao contrario do Brasil, que ainda é pouco comentado e discutido. Estamos a 15 anos
de atraso em relação aos estudos e tratamento deste comportamento, comparados
aos países europeus.
sexta-feira, 5 de março de 2010
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
O Ciberbullying...

O cyberbullying consiste no acto de, intencionalmente, um Bully fazendo uso das novas tecnologias de informação, denegrir, humillhar, chantagar, ameaçar ou fazer qualquer outro acto, com vista a maldade, a uma outra pessoa. Normalmente, os cyberbullies são também eles vitimas, que utilizando as tais novas tecnologias têm a oportunidade de se vingarem. Quando esses actos são exercidos por um adulto designam-se de cyber-harrasment (assédio cibernético), ou cyberstalking (perseguição cibernética).
Os cuidados que pode ter:
*Nunca fale com desconhecidos na internet, mas se por algum motivo essa pessoa meter conversa com você, tente ignorá-la. O melhor que pode fazer é eliminar qualquer meio de contacto que ele(a) usa consigo; *Não partilhe dados pessoais a terceiros, como a sua morada, mail, fotografia... * Um dos principais casos é a pessoa tornar-se ela também um cyberbully, tente ao máximo afastar-se e se estiver com problemas fale com pessoas que o possam ajudar; *Quando possivel guarde as mensagens do cyberbully, pois podem servir de provas; *Instale programas de prevenção de cyberbullying, se procuram na Internet acharam vários programas assim que ajudam a prevenir ataques e, se acontecerem, a identificar a fonte.
Exemplos de cyberbullying:
-Ameaças através das novas tecnologias de informação (telemovel, email...)
-Roubo de identidade e/ou palavra passe
-Envio de virus
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Ciberbullyng
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Resumindo o que já VIMOS...
O QUE É O BULLYING:
ONDE DECORRE O BULLYING:
PRINCIPAIS TIPOS DE BULLYING:
Físico (bater, pontapear, beliscar, ferir, empurrar, agredir)
Verbal (apelidos, gozar, insultar)
Moral (difamar, caluniar, discriminar, tiranizar)
Sexual (abusar, assediar, insinuar, violar sexualmente)
Psicológico (intimidar, ameaçar, perseguir, ignorar, aterrorizar, excluir, humilhar)
Material (roubar, destruir pertences materiais e pessoais)
Virtual (insultar, discriminar, difamar, humilhar, ofender por meio da Internet e telemóveis)
QUEM SÃO OS PARTICIPANTES DO BULLYING:
Autores
São aqueles que praticam Bullying. Normalmente quem pratica o Bullying, pertence a famílias destruturadas. Seus pais exercem uma supervisão pobre sobre eles, toleram e oferecem como modelo para solucionar conflitos o comportamento agressivo ou explosivo. No futuro estima-se que esses venham a ter comportamentos violentos, de delinquência ou criminosos
Alvos
Alvos são aqueles que devido às suas diferenças, como a religião, a raça, o peso, origem social… são alvo de gozo ou violência por parte os autores. Mais tarde essas pessoas têm problema de baixa auto-estima, pensamentos suicidas…
Testemunhas
Testemunhas são aqueles que convivem com a violência e se calam com medo de se tornarem alvos. Estes têm diferentes maneiras de agir existindo aqueles que se calam e aqueles que agem contra o que vêm.
Alvos/autores
Os alvos/autores são aqueles que ora sofrem de bullying ora o praticam, revoltados com a sua situação de alvos.
O termo BULLYING compreende todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorrem sem motivação evidente, adoptadas por um ou mais estudantes contra outro(s), causando dor e angústia, e executadas dentro de uma relação desigual de poder. Portanto, os actos repetidos entre iguais (estudantes) e o desequilíbrio de poder são as características essenciais, que tornam possível a intimidação da vítima.
ONDE DECORRE O BULLYING:
O BULLYING é um problema mundial, sendo encontrado em toda e qualquer escola, não estando restrito a nenhum tipo específico de instituição: primária ou secundária, pública ou privada, rural ou urbana. Pode-se afirmar que as escolas que não admitem a ocorrência de BULLYING entre seus alunos, ou desconhecem o problema, ou se negam a enfrentá-lo.
PRINCIPAIS TIPOS DE BULLYING:
Físico (bater, pontapear, beliscar, ferir, empurrar, agredir)
Verbal (apelidos, gozar, insultar)
Moral (difamar, caluniar, discriminar, tiranizar)
Sexual (abusar, assediar, insinuar, violar sexualmente)
Psicológico (intimidar, ameaçar, perseguir, ignorar, aterrorizar, excluir, humilhar)
Material (roubar, destruir pertences materiais e pessoais)
Virtual (insultar, discriminar, difamar, humilhar, ofender por meio da Internet e telemóveis)
QUEM SÃO OS PARTICIPANTES DO BULLYING:
Devido aos papéis que desempenham podem-se dividir em quatro categorias:
Autores
São aqueles que praticam Bullying. Normalmente quem pratica o Bullying, pertence a famílias destruturadas. Seus pais exercem uma supervisão pobre sobre eles, toleram e oferecem como modelo para solucionar conflitos o comportamento agressivo ou explosivo. No futuro estima-se que esses venham a ter comportamentos violentos, de delinquência ou criminosos
Alvos
Alvos são aqueles que devido às suas diferenças, como a religião, a raça, o peso, origem social… são alvo de gozo ou violência por parte os autores. Mais tarde essas pessoas têm problema de baixa auto-estima, pensamentos suicidas…
Testemunhas
Testemunhas são aqueles que convivem com a violência e se calam com medo de se tornarem alvos. Estes têm diferentes maneiras de agir existindo aqueles que se calam e aqueles que agem contra o que vêm.
Alvos/autores
Os alvos/autores são aqueles que ora sofrem de bullying ora o praticam, revoltados com a sua situação de alvos.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Seminário sobre "O fenómeno do Bullyng"
Temos de agradecer a ajuda da Dra. Célia Figueira, coordenadora do Gabinete de apoio Psicopedagógico ao Estudante - Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da universidade de Lisboa, pela informação que nos transmitiu e pela a atenção que nos dispensou. Aqui fica esta informação a quem estiver interessado nesta questão:


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Seminário
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Implicações do Bullying a longo prazo
O nosso grupo procurou saber se quem sofre e quem pratica o bullying tem consequências a longo prazo, isto é, se o seu comportamento adulto pode ser influenciado pelo que foram:
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consequencias do bullying,
Video
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
ABC do Bullyng
Fizemos esta apresentação para ver e perceber o Bullying.
Só percebendo poderemos agir no sentido de mudarmos de atitude.
Em breve falaremos das implicações do bullying a longo prazo.
Só percebendo poderemos agir no sentido de mudarmos de atitude.
Em breve falaremos das implicações do bullying a longo prazo.
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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
O Bullying nosso de cada dia...
O nosso grupo chegou à conclusão que o bullyng não é uma coisa distante, que só se passa em outras escolas.
Não é preciso dar muito nas vista, que por vezes o mais perigoso é mesmo o que não chama a tenção mas vai destruindo aos poucos.
quais são as atitudes que reconhecemos como Bullyng?..Vê se no teu dia-a-dia te aconteceu, ou a algum teu colega, o que o clip mostra:
Não é preciso dar muito nas vista, que por vezes o mais perigoso é mesmo o que não chama a tenção mas vai destruindo aos poucos.
quais são as atitudes que reconhecemos como Bullyng?..Vê se no teu dia-a-dia te aconteceu, ou a algum teu colega, o que o clip mostra:
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Bullyng...o problema...
"Certa vez, um professor, presenciou uma reacção entre dois alunos que o abalou. Viu Alex ofendendo intensamente Fernando. Fernando vivia viajando nos seus pensamentos, era distraído, não se concentrava, sofria por antecipação, preocupava-se muito com as coisas que não aconteciam. A ansiedade dele era bem intensa. Além disso, tinha dificuldade de aprendizado. Não conseguia acompanhar a classe.
O jovem era tão disperso que frequentemente fazia perguntas sobre um assunto que o professor havia acabado de explicar. Outras vezes, fazia comentários que nada tinham a ver com o assunto tratado. Muitos dos seus colegas zombavam dele pelas costas.
Os alunos não sabiam o valor da inclusão, a importância de conviver com pessoas diferentes. Não compreendiam que os maiores erros cometidos pela humanidade ocorreram por não aceitar e respeitar pessoas diferentes, seja no campo intelectual, social, racial, cultural ou religioso.
Júlio César era paciente com Fernando e admirava sua participação. Como Romanov, pensava que jovens calados são bons para formar um exército, mas não uma equipa de pensadores. Não queria uma plateia de robôs.
Após Fernando fazer mais uma pergunta sem relação aparente com o assunto ensinado, Alex não se aguentou e gritou do fundo da classe:
— Burro! Mongolóide! Acorda!
A turma caiu em gargalhadas. Alex era considerado o líder da turma e Fernando era considerado o patinho feio da classe. Humilhado, lacrimejou os olhos, sentiu um nó na garganta. Logo depois, levantou-se e ameaçou sair do ambiente.
Júlio César imediatamente fez uma intervenção:
— Por favor, Fernando, não saia. — E olhando para toda a classe e depois para o agressor, comentou: — Você acabou de cometer um grave erro contra seu colega. Zombou de sua capacidade intelectual. Fez dele um palhaço e objecto de deboche diante de toda a turma. Sabia que muitos pensadores tinham o perfil psicológico de Fernando? Eles brilharam porque não tiveram medo de perguntar, de se expressar.
Alex tentou disfarçar escondendo seu rosto. Mas o professor fez uma célebre defesa da inclusão social. Disse que quem não é capaz de aceitar pessoas diferentes comete atrocidades nas relações sociais. Comentou sobre a escravidão dos negros, a morte de seis milhões de judeus na Segunda Grande Guerra, conflitos entre cristãos e muçulmanos na história, a turbulência na região da Caxemira na índia e em muitos outros lugares.
Comentou ainda que a nossa espécie está doente, doente pela discriminação, pela falta de respeito, solidariedade, pela dificuldade de inclusão social. E acrescentou:
— Os fracos julgam e excluem, mas os fortes incluem e compreendem. — Em seguida, ainda não satisfeito, perguntou para Alex: — Sabe como se chama esse tipo de agressividade entre os colegas?
Alex não soube responder. Em seguida, o professor fez a mesma pergunta para a classe. Mas ninguém sabia a resposta.
— Fenómeno bullying — respondeu com segurança.
— Que fenómeno é esse? — perguntou Joana, curiosa.
— Bully quer dizer valente, agressor. Toda vez que os colegas agridem, diminuem, discriminam ou rotulam outros colegas, eles cometem o fenómeno bullying, se tornam agressores, controladores e até carrascos emocionais deles. Entre as crianças e adolescentes existem muitas brincadeiras. Algumas são saudáveis, estimulam a criatividade e o prazer. Entretanto, outras machucam profundamente a emoção e geram traumas na personalidade.
Alex engoliu saliva e calou-se. Júlio César também havia sido vítima do fenómeno bullying na adolescência. O assunto tocava-lhe fundo, por isso resolveu falar sobre alguns segredos da mente humana para compreenderem melhor como esse fenómeno pode prejudicar drasticamente a formação da personalidade."
Escolhemos este texto do livro "Filhos Brilhantes, Alunos fascinantes" de Augusto Cury, psicólogo brasileiro, porque achamos que introduz bem o tema.
É importante para nós que quem nos visitar perceba que compreender o que é o Bulling não é, apenas, o nosso objectivo. Mudar a nossa forma de estar quando reconhecemos que é errada, ou levar os que nos rodeiam a mudar de atitude quando errada é, esse sim, o nosso maior objectivo.
O texto é simples. Fala acerca da diferença e de como, em vez de reconhecermos nela algo de positivo e enriquecedor, por vezes insultamos, pomos de parte...de como as pessoas que sofrem na pele essa diferença sofrem e ficam marcadas para o futuro.
Mais à frente fala também de como, a uma escala já maior, este tipo de atitude leva a ódios e guerras...
Assim, propomos a quem nos visita, que reflitam connosco e partilhem a sua opinião. Deixamos algumas questões no ar a que, também nós, procuraremos responder em breve:
Porque acontece o Bullying?
Conheces alguns casos?...queres partilhar?...
Se na escola se formam os adultos do futuro não será aqui que teremos de começar a modificar os comportamentos?..que pode a escola fazer nesse sentido?..
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